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Obras 17/02/2022

Manutenção das estradas vicinais dependem de período de estiagem

As estradas vicinais de Paraíba do Sul são as mais afetadas com o longo período de chuvas que a cidade atravessa. No dia 11 de janeiro, as fortes chuvas que culminaram ainda na primeira enchente do ano, destruíram a maioria dos mais de 600 Km de estradas rurais que existem no município. Desde então, até o momento, não houve um período longo de estiagem.

“A prefeitura tem feito o que pode para tentar sanar todos os danos causados pelas chuvas. Já desobstruímos as estradas da Globo Aves, Água Limpa, Tião Ferreira, Monte Cristo, Alvarenga, Conceição, Morro Seco, Passagem (Morro Seco), Cachoeira (Morro Seco), Carioca (Morro Seco), Palestina, Andorinha (Palestina), Catete, Matinha (Marrecas), da Guarda (Marrecas), Campo Alegre, Queima Sangue, Angaí, Barreiro e Matosinhos.Retiramos mais de 300 barreiras, colocamos bicas corrida, revitalizamos a captação de águas pluviais. Infelizmente as chuvas não pararam desde então”, explicou a secretária de Transportes, Obras e Projetos, Soraya Lemos.

Com o constante período chuvoso que assola Paraíba do Sul, ocorre que o solo não absorve toda água, que causa as erosões e danifica as estradas, impedindo que a Prefeitura realize os devidos reparos e manutenções para que as estradas vicinais possam, novamente, voltar ao bom estado em que se encontravam. E, a cada chuva mais forte, mais barreiras caem, pois a terra ainda está úmida da chuva anterior. “É um serviço de enxugar gelo que temos que fazer, pois não podemos deixar as estradas obstruídas, mas as máquinas não param, estão a todo tempo trabalhando na zona rural”, finalizou Soraya.

“Desde o início do governo estamos tendo todo carinho com a nossa zona rural, mas precisamos de um período de pelo menos cinco dias sem chuvas para que o solo absorva toda a água e fique seco, só assim conseguiremos fazer todo o trabalho de recuperação que as estradas necessitam”, afirmou a prefeita Dayse Onofre.

Caso o serviço de manutenção seja realizado em período chuvoso, o solo molhadomovimenta a terra úmida e gera lama, tornando a estrada ainda pior, causando mais prejuízos para o produtor rural, bem como para as criançasprecisam estudar (os ônibus escolares trafegam justamente por essas estradas) e aos moradores.